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Cristiano Ronaldo: sonho ou pesadelo?

por O administrador, em 03.05.17

O Real Madrid venceu o rival Atlético no jogo da primeira mão das meias-finais da Liga dos Campeões.

Numa reedição de duas finais recentes, o desfecho está próximo de ser o mesmo, o Real vence! De facto, as noites europeias dos merengues começam a não ter história, pelo menos nova. O Real Madrid "banhou" o rival - que acabou o jogo sem fazer um remate à baliza - mas a vitória tem um nome: Cristiano Ronaldo. O craque português apareceu novamente em grande com um hat-trick que pôs o Atlético com pé-e-meio fora da Champions. E riscou o mítico Di Stefano da liderança de marcadores do histórico derby madrileno e das eliminatórias da Liga dos Campeões. Depois do pesadelo para o Bayern, foi a vez de o Atlético de Madrid se render. 

De resto, há quem diga que "estes jogos do Cristiano Ronaldo na Champions fazem lembrar os filmes do Van Damme... Só muda o título porque a história é sempre a mesma! O gajo sozinho dá porrada neles todos e no final saca a miúda mais gira e tem filhos que ninguém sabe quem é a mãe". 

Golos e recordes parecem o dom de Cristiano Ronaldo. Ele é a personificação do sucesso, a prova viva de que o caminho está sempre em construção e depende de muito trabalho. Conquistou o mundo do futebol (e não só) e os adeptos mais exigentes do mundo: os de Madrid, os do seu próprio clube! Marcou, lutou e conquistou tudo e todos por onde passou. Provocou sentimentos de admiração, amor, inveja e até ódio. Mas há um comum que merece: o reconhecimento.

Pesadelo dos adversários, sonho dos amantes do desporto-rei. Cristiano Ronaldo marca uma era!

 

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Foto retirada da internet

 

 

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publicado às 11:45


As "fraldas" de Nuno Espírito Santo

por O administrador, em 19.04.17

O FC Porto comprometeu a luta pelo campeonato com o empate em Braga.
Na “sexta-feira santa”, o Benfica dominou, despachou e matou o Marítimo na primeira parte do jogo. A precisar de uma exibição convincente, os encanados foram expressivos pelo menos no resultado. E o FC Porto tinha a necessidade de vencer para se manter a um ponto de distância, na luta pelo título, crente num deslize do rival.
O SC Braga é um adversário sempre difícil, sobretudo no seu estádio. Com a chegada de Jorge Simão, parece ter baixado o rendimento, mas ainda apresenta margem para gerir os sete pontos que o seguram nos lugares europeus, no que resta do campeonato. É um adversário tradicionalmente complicado para os “grandes” e era uma expectativa do Benfica para esta jornada. E confirmou a confiança encarnada ao travar o FC Porto.
Entrou de rompante e marcou logo a abrir (6’) conseguindo ser superior aos azuis e brancos no primeiro tempo. E, note-se, não fosse a pontaria de Pedro Santos para o poste, no penálti, e o FC Porto teria pela frente uma tarefa ainda mais complicada. Mas na segunda parte os dragões tomaram conta do jogo enquanto os arsenalistas iam tentando explorar distrações para contra-atacar. O FC Porto conseguiu o golo do empate e manteve o domínio mas não foi além disso.
Neste jogo, como em tantos outros, há um elemento a destacar: Nuno Espírito Santo. No Estádio AXA – a que muitos chamam “pedreira” – o Braga “é duro que nem uma pedra”; era necessário constituir uma equipa com um meio campo forte. E o treinador portista não foi na provocação de Jorge Simão para colocar Corona de início: optou por André André e Danilo, sempre combativos, a libertar a criatividade de Oliver Torres, com Brahimi a descair para um dos lados no apoio constante a Tiquinho Soares e André Silva. Mas o jogo mudou bem cedo com o 1-0.
Depois de passados 10’ da segunda parte, ainda em desvantagem, o treinador azul e branco lá puxou de Jesus Corona para ver se ressuscitava o seu Porto. E conseguiu o empate, 7’ depois. Mas o resultado estava aquém das necessidades do FC Porto… A equipa atacava mas não criava oportunidades flagrantes de golo. Os adeptos e Nuno Espírito Santo assistiam à desinspiração dos seus avançados. Mas o treinador optou por manter a equipa sem substituições até faltarem apenas 6’ para os 90’ onde abdicou de Brahimi e André André para colocar em campo Otávio e Herrera, mantendo a formação tática. E o resultado manteve-se.
Este empate deixou o FC Porto a três pontos do rival SL Benfica, para quem o fim de semana foi realmente santo. Como acontecera há duas jornadas, é mais um falhanço do clube azul e branco no assalto à liderança. A equipa não tem sido capaz de aproveitar os desaires dos encarnados, tremendo! Nesta fase da época, a diferença pontual, ainda que mínima, é muito importante. São três pontos que separam dois plantéis de enorme qualidade, onde o FC Porto parece ter mais soluções; e, de considerar que o Benfica vendeu Gonçalo Guedes – que assumia um papel de relevo na equipa – para o Paris Saint-Germain.
Quando assim é, a gestão do plantel assume um papel fundamental. O treinador tem a função de gerir a equipa para satisfazer os adeptos com jogo de qualidade, vitórias e títulos. Quase como se fosse uma representação deles em campo. Para isso, é preciso assumir a qualidade, lutar a cada jogo e enfrentar as “finais” que faltam com toda ambição. Não basta criar espíritos de “Somos Porto” sem dar um “murro na mesa”; a massa associativa e a grandeza do Porto não aceitam o refúgio atrás de um ponto quando precisa dos três.
Assim, esta Liga NOS tem um nome a destacar: Rui Vitória. O Benfica não tem convencido mas tem vencido. O treinador encarnado tem feito um trabalho notável. Chegou, viu e venceu. Foi capaz de se adaptar aos objetivos e à grandeza do clube da Luz e tem conseguido o merecido sucesso. Por outro lado, Nuno tem o espírito mas não é visto como um santo. A equipa falha a cada oportunidade e não é por falta de qualidade. Curioso seria ver Rui Vitória à frente do FC Porto. O que faria o treinador com a qualidade que Nuno tem à disposição? Sem contratempos de maior, e vendo pelo que tem feito na Luz, quem sabe não faria os adeptos recuarem 10 anos no tempo, onde festejavam títulos a cada ano, nacionais e internacionais.
A cinco jornadas do fim, um ponto no jogo é pouco. Nuno tem medo! A equipa precisa de mais, precisa do golo, precisa da ambição de vitória em todos os jogos. Precisa de um líder sem medos, capaz de enfrentar todas as batalhas em busca de vitória com todos os riscos que possa correr. Agora resta ultrapassar o caminho Marítimo e descobrir as Chaves que permitam sonhar com o título, sempre crente em Jesus na próxima jornada. 

 

 

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 Foto retirada da internet

 

 

 

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publicado às 19:14

Foto retirada via jornal OJOGO

 

De acordo com o Jornal OJOGO, o antigo defesa João Manuel Pinto, que vestiu as cores dos dois clubes, falou sobre a dupla de centrais dos dragões, composta por Felipe e Marcano.

Numa altura em que é bastante falado o interesse de grandes clubes europeus em Felipe, e contando que a equipa nortenha é a menos batida do campeonato, o antigo central afirma que: "Marcano e Felipe demonstram grande sintonia e estão a fazer um bom campeonato, mas o Benfica tem quatro grandes centrais. Se me perguntassem se Felipe ou Marcano tinham espaço no Benfica, eu diria que não, porque os centrais do Benfica dão garantias ao treinador", em declarações à Renascença.

De facto, na perspectiva politicamente correta habitual de Rui Vitória, os quatro centrais do Benfica são os melhores do mundo. Mas será que o mundo do futebol vê outra grandeza na defesa do Benfica perante o Porto que não a altura de Luisão?  E, na verdade, o treinador encarnado partilha desta opinião?

João Manuel Pinto parece exibir sem tabus a fase da carreira que mais o marcou...

 

 

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publicado às 09:14


O "principado do Monaco"

por O administrador, em 20.03.17

O Mónaco tem estado em destaque no mundo do futebol. A equipa francesa lidera o campeonato, está nos quartos de final da Liga dos Campeões, marca presença nos quartos de final da taça e tem a final da Taça da Liga por disputar.

Com um plantel sem as tradicionais “estrelas”, Leonardo Jardim teve obra e engenho para construir uma equipa sólida, num misto de jovens e jogadores "reaproveitados" (como Falcao e Moutinho) capaz manter a regularidade que lhe permite liderar o campeonato, à frente do caro e luxuoso plantel do Paris Saint-Germain. Apesar do grande investimento, os parisienses não estão, até agora, a conseguir superar a organização da equipa monegasca que apresenta já 87 golos marcados com apenas 30 jornadas disputadas.

Sem Messi, Ronaldo, Cavani, Lewandowski ou os tridentes afamados das grandes potências do futebol europeu e mundial, é impossível ficar indiferente ao trabalho de Leonardo Jardim.

O Mónaco parecia destinado a ser mais um clube em busca de história com recurso a dinheiro. Em 2013, aquando da contratação de nomes como James, Moutinho e Falcao, o clube parecia determinado a procurar juntar-se às grandes potências do futebol mundial ou, pelo menos, combater a hegemonia do PSG no futebol francês. Mas as saídas dos colombianos transpareceram que o plano foi por água abaixo, o que fez com que alguns jogadores se sentissem “traídos” pelo abortar do projeto que lhes fora prometido. Mas chegou Leonardo Jardim. O treinador português contratou Martial, Lemar, Bakayoko, Fabinho, … e Mbappé!

O jovem avançado foi uma aposta tão arriscada quão conseguida do treinador português. Está a realizar uma época de sonho e leva 19 golos - mais do que os anos de vida que tem (18). Marcou em todas as competições que o Monaco ainda disputa e foi com o marco histórico de ser o mais jovem de sempre a marcar nas duas mãos de uma eliminatória da Liga dos Campeões que contribuiu para que o Manchester City fosse eliminado aos pés da equipa monegasca. De resto, Guardiola caiu da liga milionária pela primeira vez na sua carreira sem atingir as meias finais da prova. E rendeu-se como o resto do mundo.

O Monaco vence e convence. É organizado, apresenta bom futebol e marca muitos golos (127 em todas as competições). Quando nos aproximamos da fase em que se tomam todas as decisões de uma época, a equipa monegasca de Leonardo Jardim aspira a todas as competições em que participou. Sem "mind games" ou quaisquer polémicas, o treinador português atraiu a atenção de todos. A expectativa em torno dos jovens que rodeiam o treinador português é enorme e o mérito tem que lhe ser reconhecido. Qualquer adepto do desporto rei, tem que atribuir mérito ao técnico português e apreciar esta equipa. Afinal, com Moutinho que jogou no Porto, Bernardo Silva proveniente do Benfica e Leonardo Jardim com passado no Sporting, esta equipa parece mesmo destinada a ser a de todos nós!

 

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publicado às 19:28


A banana de Mourinho

por O administrador, em 17.03.17

Momento insólito no Manchester United-Rostov, a contar para a Liga Europa, no qual a equipa inglesa venceu por 1-0 confirmando assim a passagem à próxima eliminatória.

Entre muitas incidências do jogo, a registar uma curiosidade. À passagem do minuto 72, José Mourinho dirigiu-se a um dos elementos do seu staff que estaria na bancada a pedir uma banana. Depois, deu-a a Ashley Young para que fosse entregue a Marcus Rojo. Alegadamente, o jogador argentino estaria a manifestar cansaço e o técnico português, para prevenir mais uma substituição forçada (como havia sido já obrigado), satisfez o pedido do jogador.

Resta saber se a história é verídica ou não foi mais um caso encenado para distrair o atrevimento do Rostov. E também, com o Man United a jogar assim, se não terá de continuar a distribuir fruta pelos jogadores. Ou até se aquela banana não foi nenhum recado a Marcus Rojo...

Foto retirada da internet

 

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publicado às 12:13


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